Toda mãe merece um “vale night”

Quem me acompanha no Instagram (@glammae) viu um pouco do mega evento top das galáxias que foi a despedida de solteira da minha best friend forever que resolveu juntar as escovas de dentes esse ano! Mas o que nem todo mundo sabe é que a mamãe aqui arrumou sua bolsa e partiu numa viagem com as amigas, deixando pela primeira vez seu baby pra trás… (pausa dramática)

E põe drama nisso!

O papai estava no Uruguai, então recruta a avó, o padrinho, a sobrinha, a mãe da amiga e toda a força-tarefa! Afinal, ninguém cuida como você cuida! Um exército todo é pouco pra tomar conta daquele pequeno ser que escala cortinas!

Meu núcleo de bffs está criando um know-how espetacular em despedidas de solteira, e transforma esse ritual de passagem num momento memorável! Toda a organização prévia, via a santa internet que mantém unidas as amizades e amores com cidades, estados e até países de distância, já é uma diversão à parte! E, no nosso último evento do tipo, Luca estava só com 3 meses, e montamos todo um esquema mirabolante para fazer uma despedida incrível sem que eu me afastasse muito dele.

Luca com 3 mesinhos! O único homem na despedida de solteira da tia Grid!

Luca com 3 mesinhos e pronto pra balada! O único homem na despedida de solteira da tia Grid!

Mas nessa não teve jeito! Mas tudo bem, era só um dia fora… Mas esse dia incluía uma noite no meio. Ai que angústia! E, se for contar que esse evento foi durante a semana e, durante a semana Luca já vai normalmente pra “escola” todos os dias, então seria mesmo só uma noite sem mim… Ai que angústia!

Toda essa aflição na verdade é um misto de culpa (você está “largando” o seu filho pra ser divertir!), ansiedade da separação (da minha parte), e medo do “novo” (o pai já está acostumado a viajar bastante mesmo depois do nascimento do bebê, mas eu, em compensação, acabei hibernando e, mesmo com os compromissos profissionais, dava um jeito de carregar o rebento debaixo da asa)!

E, com o coração na mão, mas tudo devidamente bem encaminhado, lá fomos nós: eu e minha culpa!

Com o início da maratona festiva, que incluía váárias etapas estrategicamente divertidas, fui me soltando e lembrando como é bom estar com aquelas garotas (hoje tudo “muié véia”, mas pra sempre minhas garotas <3)! Como pode nossa realidade estar tão diferente e, quando a gente está junto, essa sensação boa é sempre tão igual?!

Essa escapadinha, por mais “inha” que seja, me deu uma revigorada fantástica! Nós tivemos um dia (e noite) in-crí-veis! Recebi algumas fotinhas em tempo real do príncipe e, quer saber? As notícias foram que ele nem sentiu a minha falta…

Luca entretido, nem aí pra mim... :/

Luca entretido, nem aí pra mim… :/

Geralmente até nos encontros com as amigas eu levava ele comigo, o que faz nossa graça, mas com aquele leve desconforto de estar preocupada o tempo todo (se está com fome, sujo, subindo onde não deve,.. por mais natural que se torna, é um stress contínuo)! E a verdade é que a gente não precisa ser mãe o tempo todo. É bom ser gente às vezes, e se dar ao direito de relaxar um pouco, pra variar!

Moral da história: as responsabilidades com a família e o trabalho podem te consumir! Não deixe ninguém te fazer sentir culpada por cuidar de você – principalmente você mesma! ACREDITE, VOCÊ VALE A PENA! ;)

E viva o vale (day and) night!

E viva o vale (day and) night!


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