11 brincadeiras criativas para dias de chuva (ou de frio)

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E você acha que brincadeira legal e criativa só pode acontecer ao ar livre? OU… Você acha que brincadeira dentro de casa se restringe a vídeo-game, computador, ipad e celular?** (vejam observação  quanto a isso no final do artigo). O verão já está aí, e com ele a gente aguarda não só dias...

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Sonhos infantis ganham vida na fotografia

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Já pensou em transformar os sonhos do seu filho em realidade? Pois a fotógrafa (e mãe) americana Rhiannon Logsdon captura toda essa imaginação em fotos! Vejam que lindas! Não existe uma criança que nunca fantasiou com cavalgar dragões ou ser uma fada, e a Rhiannon Logsdon os ajuda a alcançar esse objetivo, ao menos...

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O nascimento é a eterna novidade no mundo!

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Hoje gostaria de falar um pouco sobre o nascimento de uma vida.

Fico me perguntando, qual o significado de nascer? E, imediatamente, lembro-me do trecho de um livro do filósofo francês Maurice Merleau-Ponty quando ele escreve sobre a liberdade em um dos seus principais livros intitulado Fenomenologia da Percepção. Lá no final do último capítulo, ele afirma,

“nascer é, ao mesmo tempo, nascer do mundo e para o mundo”.

Acho esta frase lindamente poética!  Mais que isso, ela nos dá algumas pistas para pensarmos o que significa o nascimento de um criança. Para entendermos melhor o que o filósofo francês quer dizer, vamos separar a frase em duas partes, primeiro o que significa nascer “do mundo” e depois discutir o significado de nascer “para o mundo”.

Nascer “do mundo” significa que quando nascemos já existe uma série de fatores que determinam nossa vida. Temos uma sociedade definida, uma cultura determinada por princípios que nos afetam, nascemos em um família com valores estabelecidos, temos uma língua já falada e cheia de significados, entre tantas outras coisas que já são anterior ao nascimento. Nascer “do mundo” é surgir em lugar onde já se tem muitas coisas definidas e quase não sobra espaço para nós sermos tão diferentes dessas estruturas que nos antecedem.

Toda criança quando surge no mundo vai encontrar uma estrutura já dada, é isso que o filósofo quer dizer. Ela vai nascer em um determinado País, em uma língua, em uma sociedade, em algum lugar bem situacional que pode ser um lar, como uma casa, ou um abrigo de crianças abandonadas. Tanto o lar quanto o abrigo são fatos do mundo que já estão dados, prontos. Há sempre um sistema que antecede o nascimento. Tal sistema será decisivo no crescimento dessa vida que acaba de surgir.

Neste sentido, para as pessoas que escolhem ter um filho, é importante procurar conhecer mais profundamente o “universo” que esse filho nascerá. Conhecer o “universo” significa compreender bem nossas relações com a cultura, com a política, com a religião e com as pessoas que nos circundam. Não se trata de se tornar um cientista político, econômico ou um mega chato que só quer gente bacana ao lado da sua família. Trata-se, portanto, de buscar entender o contexto que esta criança nascerá afim de detectar os valores e contra-valores que possuímos. É preciso tomar consciência da vida que o casal possui, dos valores que nela estão contidos e, se for o caso, repensar essa estrutura. Afinal, muitas dessas crenças que temos na política, na economia, na religião e nas amizades, terão um impacto direto na educação do recém chegado ao mundo.

Conheço pessoas que mudaram de cidade, de casa, de rotina para que a criança nascesse em um mundo no qual o casal acredita. Abriram mão de uma série de “benefícios” de uma vida na capital para a criança crescer em uma cidade do interior, com mais qualidade de vida. É óbvio que nem todo mundo tem essa possibilidade de mudar radicalmente a vida em função do nascimento de um filho, mas todo nós podemos nos perguntar sobre em/por quais valores queremos viver. Essa pergunta é fundamental ser colocada antes de se planejar ter um filho.

A segunda parte da frase refere-se ao nascer “para o mundo”. Merleau-Ponty sabe bem que, se de um lado nascemos em um mundo definido, por outro lado, somos uma novidade neste mundo e nele podemos apresentar algo novo. Nascer “para” significa que nossa vida está intimamente ligada com o mundo e com os outros. Nunca somos tão únicos, exclusivos. Temos uma experiência de vida que se dirige para o outro. Este outro pode ser qualquer coisa ou qualquer pessoa. Ter uma vida “para” alguém é comprometer-se com algo neste mundo.

Todo nascimento traz em si uma espécie de “furo” nessa estrutura do mundo que nos determina. Cada bebê que nasce é um novo olhar que surge no mundo. Isso significa que a vida de cada pessoa é extremamente importante e comprometida com a renovação própria do mundo.

Se por um lado temos pouco espaço para fugirmos das estruturas sociais que nos antecedem, no lado oposto temos na vida de cada um a eterna novidade dessa estrutura. Afinal, cada ser humano pode dar significado distinto a essa estrutura. Portanto, “nascer ‘do’ e ‘para’ o mundo nos coloca em uma contínua tensão. Como se houvesse um conflito entre o novo que se mostra e o velho já determinado. Esta tensão é saudável para o bom desenvolvimento da vida. Entretanto, faz-se importante ter um profundo respeito para aquela pessoa que chega ao mundo velho. Este respeito é alcançado quando descobrimos a aquele nasce não é propriedade exclusiva de ninguém se não de si mesmo.

Lembro-me bem quando, mais velho e longe de casa, minha mãe dizia, “criamos os filhos para o mundo”. Há uma sabedoria profunda nesta frase da vida. Educar não é para si, mas para que o mundo seja sempre um lugar melhor. Trago este tema de início, justamente porque acredito que é necessário para uma boa educação essa “espécie” de missão que temos, no sentido de que educar é educar para os outros. Nenhuma educação será eficiente se for egoísta e toma o filho como propriedade. É necessário sair dessa pseudofusão inicial que os primeiros contatos com o bebê favorecem. Essa saída não tem tempo, tampouco prazo definido. Porém, é preciso saber que somos “do” mundo e “para” o mundo.

Nesta perspectiva que lhes apresento, o nascimento se mostra como uma esperança muito fecunda na humanidade. Cada vida nova que habita nosso planeta traz nela toda a possibilidade de nos ensinar a ver o mundo, a nossa vida, de um lugar que não vemos. Esta é a novidade do nascimento.

Assim, nascer é apresentar o mundo (velho e costumeiro) para alguém e, ao mesmo tempo, descobrir a novidade que este alguém apresenta ao mundo. Todo nascimento exige de nós profunda abertura para a vida que se faz no mundo e para o mundo.

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Ref: MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. Martins Fontes.

Não podemos fugir das frustrações

Ninguém disse que crescer seria fácil. Existir traz muitos conflitos e, queiramos ou não, virão erros e acertos, sucessos e fracassos durante toda a vida. Mas, e na educação? As crianças estão sendo preparadas para “falhar”? De quantas frustrações elas estão sendo privadas para que se garanta a sua plena satisfação?

Alguns papais e mamães relatam muita dúvida de quando devem começar a estabelecer limites à criança, e com que idade devem começar a dizer “não”. Muita confusão é formada a respeito do que se fala sobre a importância da “frustração” para o desenvolvimento psíquico infantil.

lindando com a birra

Ao contrário do que parece, obviamente não estamos falando aqui de deixar um bebê de colo chorar por horas no berço, como apregoam algumas linhas (na minha opinião, questionáveis) por aí. Mas podemos sim, falar de “aprender a lidar com a frustração” desde a fase de bebê e a primeira infância. E não se trata de “impor” frustrações para que eles lidem com elas (seria crueldade, hein?), mas de aprender a lidar com aquelas que muitas vezes a própria natureza impõe ou que aparecem em situações da própria vida – inevitável e invariavelmente -, sem tentar privá-las dos desprazeres o tempo inteiro.

Para entender melhor, voltemos ao recém-nascido, primeiramente. Ao nascer, o bebê vivencia a sua primeira “frustração”, ao sair do conforto do útero materno. É a partir dessa frustração que o bebê aprende a se esforçar para respirar através dos seus pulmões (já que antes não havia esforço, devido à utilização da circulação fetal). As frustrações de fome, de sede, novamente forçam o bebê a tornar-se ativo, a chorar e a “procurar” por alimento. Percebem a importância da “frustração” de cada momento?

Recorrendo agora aqui a uma leitura psicanalítica do desenvolvimento infantil, o recém-nascido ainda não possui a sua estrutura psíquica totalmente formada (pois o que se costuma chamar de “ego”, ou “consciência do eu”, é formado na relação com um “outro”), e a visão de mundo de um bebê ainda é extremamente egocêntrica, então, na visão do bebê, ele e mamãe são “um só”, e a mamãe estará ali para atendê-lo de forma imediata a todo momento que ele requerê-la. E claro que, geralmente, o esforço ideal de toda mãe é para isso mesmo: para que seu bebê não passe fome, frio, sede, sono, não fique doente. Assim, as mães se doam completamente, perdem sono, “padecem no paraíso”, como costumeiramente dizemos. É natural que a mãe queira estar em momento integral disponível para o seu bebê (e, na verdade, é até mesmo ideal que seja assim, principalmente no que diz respeito ao total envolvimento afetivo-emocional com o bebê, ou seja, à completa entrega do amor!). Mas no plano real, sabemos que muitas vezes a satisfação imediata das necessidades do bebê não é exatamente possível em todos os segundos do dia, certo? Afinal de contas, teve uma horinha ali em que o bebê chorou cerca de meio minuto a mais e ficou esperando o seio para mamar, que foi só aquele tempinho que demorou pra que você apenas terminasse de engolir o seu único lanche do dia, aquele que você tinha acabado de começar quando ouviu ele chorar… ;-)

Então, são momentos como esse, nos quais o bebê vai vendo que a mãe não está respondendo de forma imediata (literalmente) às suas frustrações naturais, é que ele vai percebendo também que a mãe não só é um “outro” diferente dele, como também “existe para outros“, para outras coisas do mundo; assim como existem outras coisas externas a ele que também carregam a atenção da mãe (como, num exemplo típico: o trabalho, o cônjuge, outros filhos, outros afazeres). E é preciso que ele vá percebendo isso mesmo, de forma que a percepção de alteridade vai se formando em seu psiquismo.

– Então isso quer dizer que eu posso deixar meu neném chorando, esperando um pouco, que é bom pra ele?

NÃO, genteabsolutamente, eu NÃO disse isso em momento algum. O que quis explicar é que as frustrações impostas naturalmente e inevitavelmente ajudam o pequeno bebê a ir compreendendo a diferenciação de si e do outro, e também a ir lidando com a realidade aos poucos.

Com isso, também, quero mostrar que o “afeto do desprazer” (a frustração) é importante sim ao desenvolvimento do ser humano, tão importante como o “afeto de prazer” (a satisfação)!  Se frustrar faz parte! Faz parte e é necessário! E isso é para o resto do nosso ciclo vital.

Assim, à medida que vai crescendo, durante toda a infância, muitas frustrações “inevitáveis” também vão ocorrer na vida da criança de outras formas, ou seja, situações em que dizer ou sustentar um “não”, em que “impor um limite”, é o mais adequado para seu desenvolvimento. Por exemplo (já não falando mais dos bebês): quando a criança  quis levar o brinquedo que não era dela pra casa, mas não podia; quando quis o chocolate de todo jeito fora do horário, mas não seria bom para sua saúde; quando perdeu no jogo com o coleguinha, e precisou aceitar; quando a professora lhe chamou a atenção por estar conversando na classe, e ela se chateou porque esperava contar com o apoio da mãe para revidar a professora; dentre várias outros momentos. Vocês cederiam a todas essas situações, revertendo-as para que as crianças ficassem satisfeitas? E se elas iniciassem uma birra a cada uma dessas frustrações citadas acima?

Às vezes pode ser muito difícil para alguns pais conseguir sustentar esse “sinto muito, mas temos que aprender a lidar com isso” que a frustrará, mas nessas horas é que entra uma explicação terna (geralmente as crianças a partir dos 2 anos compreendem mais, devido à aquisição da linguagem). Eu costumava dizer na orientação aos pais: Você pode dizer “não” de forma firme e carinhosa ao mesmo tempo, explicando-lhe sempre o motivo do seu limite e, com isso, tentando levá-la a entender que você está dizendo “não” porque a ama e porque é para o bem dela. É importante que esteja claro o motivo e a razão de você estar fazendo aquilo – mas sem ceder. Isso vai ensinando a criança a aceitar melhor as situações frustrantes, e desta forma ela vai gradualmente amadurecendo, pois através de conversa, diálogo, explicações e conversas assertivas com amor, ela pode compreender, ao longo de seu crescimento, que o mundo não funciona para atender às suas vontades o tempo inteiro, e que nem tudo pode ser do jeito que ela quer. Ela não vai deixar de se frustrar, mas vai aprendendo a lidar melhor com isso.

Muitos pais que atendi esperavam que simplesmente a criança “aceitasse calmamente e passivamente” as situações frustrantes (seria um sonho, né) – ficando eles mesmos (pasme!) frustrados diante de uma situação que não lhes saiu conforme esperado. Eu costumava dizer a eles, “Olhem para vocês. Se até nós, adultos, ficamos chateados quando algo não sai como esperávamos, nos frustramos perante um fracasso, um erro, uma falha (e isso é absolutamente normal enquanto não nos destruir), como vamos exigir de uma criança – que teoricamente é mais imatura em termos de desenvolvimento psíquico – que ela não fique chateada em um momento desse? No início da aprendizagem, é claro que elas vão reagir, elas vão rebater, algumas podem fazer ‘birra’, outras podem querer impor sua vontade de qualquer maneira. A única coisa que podemos fazer é ir ensinando-as a lidar com essas situações – por isso é importante não ceder. Pois frustrações acontecerão a vida inteira, e nos chatearão a vida inteira. Se lhe forem sempre satisfeitas, quando forem adultos, como lidarão com as frustrações? Poderão fazer ‘birra’ com a vida?”

Diriam alguns ainda que, se podiam evitar uma situação frustrante, “revertendo-a”, então ela não seria uma “frustração inevitável”. Calma lá. É claro que se pode tentar evitar algumas situações frustrantes, por exemplo, como podemos evitar tirar uma nota ruim numa prova, estudando melhor; mas em determinado momento uma situação de frustração será, sim, inevitável ou até mesmo necessária, e quando ela já aconteceu ou está na hora de acontecer (por necessidade de imposição de limites a um comportamento inadequado, por exemplo), você não está mais evitando-a, você já está privando a criança dessa frustração, cedendo invariavelmente às suas vontades quando não é adequado ou possível. Isso pode ser prejudicial, sim, à criança durante o curso do seu desenvolvimento, pois poderia vir a formar meninos e meninas constantemente insatisfeitos e “birrentos”, muitas vezes incapazes de ver sob o olhar do “outro”, pois não estão deixando que se construa em seu psiquismo a noção de que existem “outro/as” além da sua própria vontade; assim como futuros homens e mulheres em muitos casos egoístas e com dificuldades em compreender e aceitar as realidades e dificuldades da vida adulta, o que poderia vir também a causar um grande sofrimento psíquico neles mesmos.

Não se poder fugir das frustrações, e as crianças precisam ser ensinadas sobre isso. Bebês se frustram, crianças se frustram, jovens se frustram, adultos se frustram. Conseguiremos, conquistaremos, sim; e precisamos estar motivados para vencer. Mas também falharemos, fracassaremos; e precisamos estar preparados para perder. Aquele que está acostumado a ser privado de frustrações e ter seus desejos sempre satisfeitos, ao ter-lhe a primeira dificuldade imposta pela vida – através do fracasso, da falha, do erro, da perda, da decepção -, poderá não enfrentar esse momento com o devido equilíbrio (como poderia o fazer uma outra pessoa que lidou com as frustrações durante seu curso de desenvolvimento), podendo inclusive recorrer a tentativas paliativas de se “privar” de “sentir” a frustração. É preciso entender que viver sem desprazeres é impossível. Em uma sociedade já tão individualista, que cultiva constantemente a busca plena do prazer, e que já tenta evitar as frustrações de todas as formas, proporcionando tantas vezes um “conforto artificial” – através de instituições, políticas, ‘sedativos’, entretenimentos, alienações – ao menos o processo educativo familiar pode tentar contribuir com a formação de cidadãos menos intolerantes às frustrações que a própria existência lhe imporá.

OBS: Sugestão complementar de leitura: Divulgamos ontem na nossa fanpage essa entrevista com o psicanalista belga Jean-Pierre Lebrun, que fala justamente de uma dificuldade contemporânea em educar para a frustração e o erro, já que é preciso compreender que a “satisfação plena” nunca será alcançada e que falhar será inevitável durante o curso da existência. Recomendo. http://www.contioutra.com/ensinem-os-filhos-a-falhar/

O segredo por trás do brilho pós-parto da Kate

Muito foi especulado a respeito da “boa aparência” com que Catherine Middleton, a duquesa de Cambridge, apareceu após o parto da sua segunda filha, recentemente. Houve quem levantasse teorias da conspiração a respeito da veracidade da sua gravidez. Será que isso se deve à naturalidade com que os partos cirúrgicos são feitos no Brasil, o que naturalmente, jamais deixaria uma mãe sair nas condições com que Kate saiu? Abaixo trouxemos um texto que traduzimos livremente do site australiano Essential Baby e que aborda, de forma descontraída, um pouco essa polêmica.

Teve até más línguas dizendo que ela fez uso de “barriga de aluguel”, mas a verdade é que, claro, ela teve (muita) ajuda profissional, só que o segredo para Kate sair tão incrível daquela maternidade não está só aí!

Catherine, duquesa de Cambridge, e príncipe William apresentando pro mundo sua alteza real princesa Charlotte, Elizabeth, Diana de Cambridge

Catherine, duquesa de Cambridge, e príncipe William apresentando pro mundo sua alteza real princesa Charlotte, Elizabeth, Diana de Cambridge. Fonte: Istagram @britishmonarchy

Catherine deslumbrou ao deixar o hospital fabulosa num vestido Jenny Packham, feito sob medida, que estrategicamente escondeu sua barriga ainda inchada e acentuou suas pernas longilíneas. A duquesa tem seu próprio cabeleireiro que compareceu ao hospital logo após o nascimento para providenciar aquela escova mara. E a make então, disfarçou as olheiras ou qualquer aspecto de cansada que o trabalho do parto causa. Enfim, não estava simplesmente bem para quem acabou de parir, mas excelente, de parar o trânsito, a mídia e até o terremoto!

Além disso, ela não ganhou muito peso, devido à hyperemesis gravidarum, mas não é motivo pra ficar com inveja, pois é uma complicação terrível na gestação que pode até ser fatal!

Mas Kate tinha outro motivo para sorrir. Ao contrário de muitas mulheres, ela tinha uma equipe de parteiras que monitoraram sua gravidez e conduziram o parto de seu segundo filho, enquanto uma equipe de obstetras estava à disposição nas proximidades. Podemos supor que, como ela deu a luz dentro de duas horas após chegar ao hospital, e saiu 10 horas depois, ela teve um parto vaginal simples.

A continuidade dos cuidados da parteira (a “midwife”, uma profissional qualificada para acompanhar a gestação e o parto normal) é um fator vital quando se trata de ter uma experiência positiva no nascimento, e boa recuperação do trabalho. E Kate foi assistida pelas mesmas parteiras toda a sua gravidez, o que faz com que a mulher se sinta segura e relaxada, e aumenta a probabilidade de o bebê nascer sem necessidade de qualquer intervenção. E quando não há intervenção, a recuperação do parto é muito mais rápida.

As heroínas do nascimento real, a midwife Arona Ahmed (dir.) e sua chefe, Jacqui Dunkley-Bent (esq.)

As heroínas do nascimento real, a midwife Arona Ahmed (dir.) e sua chefe, Jacqui Dunkley-Bent (esq.). Fonte: Daily Mail

E um dos conselhos de suas parteiras teria sido permanecer em casa por tanto tempo fosse possível durante o trabalho de parto, exatamente o que ela fez. Por isso, não é nenhuma surpresa vermos uma mãe tranquila e feliz deixando o hospital com sua família menos de 12 horas depois de a princesa nascer.

A forma como Kate desceu as escadas (com bebê nos braços e quase sem ajuda de William) e entrou no carro, era óbvio que não era uma mulher que teve um parto traumático!

A bela adormecida caçula real deixando o hospital

A bela adormecida caçula real deixando o hospital. Fonte: Instagram @britishmonarchy

Após o parto o corpo da mulher está cheio de “hormônios do amor”. A oxitocina, o hormônio da conexão do amor, é o que ajudará a amamentação acontecer, e ajudar a mãe a se apaixonar com o bebê e o recém-nascido cair de amores pela mamãe!

Então é isso! Aquele sorriso radiante mostrou uma mãe transbordando de amor pelo seu novo rebento, uma sensação com que a maioria de nós pode se identificar.

Óbvio que, sob aquele vestido deslumbrante, Kate teve que lidar com coisas não tão glamourosas, assim como todas as mães! Ela provavelmente estava com dor devido ao dilatamento do útero, e chacoalhando naquele salto, doida pra chegar em casa e cair no moletom! Mas ela teve um bom parto, que é algo que todas as mulheres deveriam ter a oportunidade de experimentar.

Texto de Âmbar Robinson. Tradução livre e personalizada de: http://www.essentialbaby.com.au/birth/after-birth/the-truth-behind-kate-middletons-postbaby-glow-20150504-3vbzd.html

A ousadia de ser gente boa

imagem retirada do google imagens

A Família – Tarsila do Amaral

Olá amig@s!

Amig@s, é chamando-@s assim que quero me relacionar com vocês. Sei bem que uma amizade não começa do nada e de modo tão rápido, mas sei também que, uma afinidade, apenas “uminha”, já seria suficiente para agregar pessoas e fazê-las amig@s.

Se nos encontramos nesta página é porque temos algo em comum, algo que nos liga, nos enlaça, nos conecta. Algo que me autoriza a dizer, amig@s!

Este vinculo realizado a partir do interesse comum pode ser forte e duradouro e, tomara, que seja. Que a vida nos seja favorável em nos fazer unidos nessa aventura de ser gente.

Qual seria o vínculo que nos une nesta página? Alguém se arrisca a dizer?

Pois bem, podem ser vários. Temos muitos motivos para nos encontrarmos aqui. Temos interesses diversos. Contudo, quero dizer de um motivo que, ao meu ver, deve ser o primeiro interesse que nos une neste Blog.

Antes mesmo de querer falar sobre educação, sobre família, sobre sociedade, sobre escola, sobre crianças, sobre babys, sobre balas e doces. Há um motivo que precede todos esses temas e, ao mesmo tempo, está presente em todos esses temas.

Antes de qualquer coisa, estamos enlaçados na experiência da vida humana. Temos uma experiência comum, somos seres humanos. Esta é a nossa alegria e, também, o nosso desafio que perdurará enquanto vivermos.

Nossa alegria, porque somos feitos de inúmeras possibilidades, vários sentimentos e desejos nos invade, somos criativos, temos uma linguagem bem desenvolvida e uma capacidade de intervenção enorme em nosso planeta.

Nosso desafio se dá justamente por sermos complexos, às vezes, nos perdemos, criamos confusões, não sabemos bem como nos orientar, ou seja, não estamos prontos e acabados. Por sermos ‘humanos’ temos a possibilidade de nos fazer de várias maneiras. Nossa vida demanda de nós o processo educativo justamente por isso, não estamos prontos. E, talvez, jamais estaremos terminados. A educação é um trabalho para enquanto vivermos.

O motivo primeiro que me leva até vocês é acreditar piamente que todos nós desejamos ser gente. E não qualquer tipo de gente. Acredito que queremos ser gente boa. Não é mesmo? O fato é que, ser gente nem sempre é fácil. Pode ser simples mas fácil não é.

É neste sentido que darei minha contribuição neste espaço. Quero provocar debates, abordar temas, sugerir assuntos que nos ajudem a sermos melhores em nossa formação primeira de ser humano.

É porque queremos ser uma pessoa melhor que estamos aqui, buscando entender, aprender, compartilhar tudo aquilo que pode nos ajudar na construção de nós mesmos.

Afinal, não existe nenhum papai, nenhuma mamãe, nenhuma família que seja boa se renunciar à sua capacidade de ser cada dia melhor. E quem é gente boa certamente é um pai, uma mãe, uma família admirável. Um ser humano bom ecoa em todos os lugares a sua bondade.

É um pouco sobre este vínculo inicial, nossa humanidade, que vamos conversar no Blog.

Mas de qual lugar eu falo com vocês?

Primeiramente, como um amigo que conversa com outros amig@s. Nesta conversa trazemos tudo aquilo que somos, vivemos, aprendemos, acreditamos, sentimos. Muito desse universo de ‘coisas malucas’ que me forma vocês terão oportunidade de conhecer ao longo dos meus posts.

É neste laço existencial e que nos une aqui que sinto-me autorizado a nos considerarmos amig@s. E é neste afeto – sim, a amizade é um afeto – que quero conversar com vocês. Neste afeto, nos colocamos em uma horizontalidade, princípio básico para toda e qualquer educação, ou seja, não se trata de um educador, professor, cientista dizendo para alguns destinatários o que deve ser feito ou não sobre a vida de quem quer que seja mas, de alguém (no caso eu) que quer viver melhor. Assim, acredito ter algo a  partilhar, ou compartilhar, com outras pessoas.

Vamos juntos, aventuramos na ousadia e teimosia em buscar uma existência autêntica que nos assegure sermos gente boa.

_______________

o uso do @ nas palavras é para tentar escrever de modo mais inclusivo possível e significa tanto o ‘o’ do masculino quanto o ‘a’ do feminino. Assim, sinto que escrevo para tod@s! :)

Por que estou aqui

Olá!

Desde que descobri que estava grávida, pela minha rotina de trabalho muito intensa e horários loucos, a internet foi a grande aliada e fonte de informações! Conheci muitas mães e profissionais incríveis! Li depoimentos e artigos que, aos poucos, me deixaram cada vez mais segura, tranquila e preparada para o que estava por vir!

E desde então tenho trocado muita experiência com as mamães, gravidinhas, tentantes e aspirantes, principalmente pelo Instagram (@glammae! ;).  Me divirto, aprendo e me emociono com as histórias de outras mães! Então resolvi compartilhar as minhas experiências também!

Escrever, pra mim, é uma terapia! Já faço isso há um tempo, mais como uma “note to self”! Mas, se ao compartilhar, algo for útil a alguém, melhor ainda! Assim a gente reduz um pouquinho o famoso “se eu soubesse disso, teria feito diferente…”! rs

Nesse caminho, encontrei a Let e o Rafa, com valores que vão ao encontro dos meus, trabalhando de forma admirável para construir um mundo melhor, através do amor, do cuidado, do envolvimento… E assim pensamos em construir esse espaço!

Durante toda minha gestação, tive acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que fez toda a diferença para o nascimento do meu bebê ser um sucesso! Por isso pensamos em trazer, além das nossas próprias especialidades, um time de colaboradores top, profissionais de várias áreas, que vão deixar nossos bate-papos ainda mais ricos!

Mas mais importante é a sua participação! Espero trocarmos ainda mais “figurinhas” por aqui! E fique à vontade para sugerir temas, pedir dicas e o que mais achar interessante!

Com amor,

Lily

li

Bem-Vindos ao Educando com Amor!

Close-up of a girl showing her hands painted with colors

Olá, pessoal!

Sejam bem-vindos ao blog do Projeto Educando com Amor!

Este espaço nasceu de um desejo avivado em 2011, ao percebemos na internet muitos blogs voltados ao universo infantil que não se propunham a refletir uma filosofia educativa. Mas foi somente em 2013 que o blog começou a ser gerido de fato, com a filosofia do amor e do cuidado, e da educação como envolvimento, autonomia, diversidade, diálogo, liberdade e limites. Após um período de hibernação, o projeto veio enfim a se concretizar neste ano de 2015!

Somos Lílian, Myriam e Rafael. Clique aqui para conhecer um pouco mais sobre a gente!

Nosso blog é voltado a papais, mamães e educadores de crianças e adolescentes, e pretende trazer diferenciais: além do olhar sobre um maternar realista, moderno, sustentável e principalmente amoroso, com o compartilhamento de experiências rotineiras, escolhas, inspirações e dicas, também contará com os olhares da psicologia infanto-juvenil e as reflexões sobre o processo educacional – e como todas estas provocações podem contribuir na prática para o desafiador processo de Educar.

Este novo blog conta ainda com um time de colaboradores em diversas áreas. Clicando aqui vocês poderão conhecer um pouco mais sobre eles. Logo vocês também poderão ler alguns textos preparados por essa equipe incrível.

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Perceberam que nosso logo não é à toa, né?

coruja é o símbolo da sabedoria, aquela sabedoria própria, única e peculiar da qual as crianças são dotadas, assim como aquele ideal de sabedoria que é buscado pelos pais para a educação dos seus filhos. Também nos remete ao afeto e carinho dos cuidados de quem ama, como quando se diz “mãe coruja”, “pai coruja”, “tia coruja”…

Já os balões simbolizam o diálogo que deve ser mantido em um bom relacionamento familiar ou em qualquer processo educacional, assim como o diálogo horizontal que traçaremos em nosso blog.

Implicitamente, dois passarinhos são vistos juntinhos, simbolizando o amor que é base fundamental de todo o desenvolvimento infantil e de todo relacionamento humano.

Então é isso. Sejam bem-vindos ao “Educando com Amor“! Aqui falaremos de Educação numa perspectiva ampla: diversão, filosofia, psicologia, festa, preparativos, saúde, vestimenta… afinal, educação não é apenas um processo formal, ela atinge dos âmbitos mais básicos aos mais complexos da dimensão humana. Brincar também é educar, festejar também é educar, se divertir também é educar, se alimentar, se vestir, comemorar…  Porque EDUCAR É SE ENVOLVER!