11 brincadeiras criativas para dias de chuva (ou de frio)

E você acha que brincadeira legal e criativa só pode acontecer ao ar livre? OU… Você acha que brincadeira dentro de casa se restringe a vídeo-game, computador, ipad e celular?** (vejam observação  quanto a isso no final do artigo).

O verão já está aí, e com ele a gente aguarda não só dias cada vez mais quentes, mas também as esperadas chuvas (pelo menos assim torcemos né… porque, cá pra nós, estamos precisando!).

E para os dias em que a bendita chuva há de cair é que a gente já está aqui dando algumas sugestões de brincadeiras criativas que podem ser propostas dentro da sua casa ou apartamento! (Vale até pra quando falta energia e você acha que não tem mais nenhuma opção de entretenimento… acende as velinhas e fica ligadinho aí nessas dicas! ;)

Aproveitem e guardem essas dicas também pra quando aquele friozinho serenado de inverno chegar e faltar a famigerada coragem pra sair de casa… :P

Ah! Lembrando que existem brincadeiras cooperativas (aquelas que ninguém ganha ou perde) e as competitivas. Nestas últimas, a gente prefere orientar a fazer com que a brincadeira fique mais engraçada e leve, e isso pode ser feito através da inserção de prendas que sejam divertidas para todo mundo (por exemplo, cantar ou dançar). Isso acaba fazendo com que a competição seja aproveitada por todos, tanto por quem ganha quanto por quem perde. ;) Ah! É claro que prendas humilhantes ou constrangedoras nunca são indicadas, isso não precisamos nem dizer, não é. ;)

Outra coisa: para cada brincadeira, descrevi a faixa etária que costuma ficar mais entretida com aquela atividade. Isso não quer dizer que indicamos somente para aquela faixa etária (na verdade, além do interesse das crianças, tudo vai depender também da supervisão e participação do adulto, porque a maioria são brincadeiras com uso de tesouras e outros materiais encontrados em casa mesmo, então a nossa ideia é que o adulto SEMPRE brinque junto com a criança!). O que quero dizer com a descrição da faixa etária é que vai ser mais comum encontrar crianças entretidas naquela atividade com aquela faixa etária, mas não quer dizer que uma criança de outra faixa etária não possa se divertir também (é claro que pode!). Lembrando sempre que consideramos a participação dos adultos junto a todas as brincadeiras!

Então, vambora, se liga aí! ;)

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1) REAPROVEITANDO PAPELÃO

Que tal aproveitar as caixas de papelão dos móveis e eletrodomésticos que você compra em casa, ou mesmo essas caixas de supermercado? Dá pra fazer avião, barco… Tem até mini campo de golfe com caixa! Vocês podem cortar juntos os moldes, colar (com cola ou fita adesiva), pintar…

Se não dispuser de muito papelão assim, caixas simples de sapato (isso todo mundo tem, né?) podem ser aproveitadas para fazer lindas máscaras para a criançada! Além disso, as tampas das caixas de sapato junto com palitinhos de picolé podem virar divertidos “pinballs”! Dê uma olhada abaixo e se inspire.

Materiais: Papelão ou caixas de sapato, cola ou fita adesiva, tesoura sem ponta, lápis de cor ou tintas ou canetinhas hidrocor, palitinhhos de picolé, pincéis (no caso de tintas), rolos de papel toalha, bolinhas para complementar as brincadeiras (para o pinball, por exemplo). Dependendo, pode ser bolinhas de papel.

Idade: Essa diversão costuma entreter muito as crianças na faixa de 2 a 9 anos de idade.

aviao de papelao  barco de papelao

golfe de papelao

pinball gigante

mascaras de papelao

pinball de papelao

OBS: Acabei de lembrar que meu afilhado Luca, de quase 1 ano e 11 meses, ama pegar jornais e nos pedir pra fazermos “papéu” pra ele (chapéu!). Então, a gente canta “marcha soldado” e isso rende alguns bons minutos de brincadeira! E haja “papéus”. rsrs.

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2) BRINCADEIRAS COM COPOS DESCARTÁVEIS

Uma dica: Não jogue os copos fora! Deixe-os separados especialmente para brincar, assim a brincadeira fica sustentável e você não tem que usar sempre novos copos descartáveis! ;) Inclusive os copos podem ser pintados e/ou enfeitados pelas crianças. :)

– Materiais: copos descartáveis, bolinhas de papel (aproveite para reaproveitar papéis usados em casa para fazer as bolinhas!), rolos de papel toalha, tintas e pincéis e fitas adesivas para customizar os copos (se quiser).

– Idade: Estas brincadeiras costumam entreter crianças na faixa de 4 a 10 anos de idade.

torre de copos

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3) CONTAR HISTÓRIAS: TEATRINHO COM FANTOCHES

Oba! Hora da historinha!

Eu amo esses fantoches fofos de mão e de dedinho que vendem por aí! Tem de feltro, de pano… Mas pra quem não tem desses em casa, pode improvisar na hora e fazer os seus mesmo! É só deixar a criatividade fluir. Papel, tesoura, cola, fita adesiva, tinta, lápis de cor, palitinhos… Tem várias inspirações aqui embaixo.

Você não precisa criar apenas personagens prontos, tipo Chapeuzinho Vermelho ou Frozen. Não se prenda só às historinhas conhecidas. Claro que também podem ser interessantes, mas permita-se inventar junto com as crianças. Invente os personagens, suas características… Invente as histórias junto com as crianças! Aproveite, solte sua imaginação também, ela funciona! ;)

Quem tiver empolgado, pode aproveitar e montar o cenário completo dos fantoches! Usando as caixas de papelão que falamos lá no item 1, lembram? Aqui embaixo também tem algumas inspirações pra vocês!

Lembrem-se: incluam as crianças no processo da confecção da brincadeira! Permitam que elas mesmas criem seus fantoches, seus cenários… e suas histórias! Vocês não precisam apresentar tudo pronto pra elas e contar as historinhas. Muitas vezes, o meio é a  próprio brincadeira; e o caminho pode ser muito mais divertido que o fim. ;)

– Materiais: Papelão, caixa de sapato, cartolina, papéis variados, lápis de cor, tintas, pincéis, tesoura sem ponta, cola e fita adesiva, canetinhas hidrocor, outros materiais que quiser para ajudar a customizar os fantoches e cenários (panos, fitas, lãs, etc); palitinhos de churrasco (preferencialmente) ou picolé.

– Idade: Esta brincadeira costuma entreter as crianças de 3 a 7 anos de idade. Mas a contação de histórias em si entretém até mesmo os bebês!

fantoche de palitinho 2

fantoche de palitinho fantoche de papel 2 fantoches de papel

teatrinho fantoches 2 teatrinho fantoches

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4) AMARELINHA E JOGO DA VELHA COM FITA ADESIVA

E aí bate aquela vontade de jogar amarelinha, tá chovendo, não dá pra ir lá pra fora riscar aquele giz no chão (que foi assim que a gente aprendeu, né?), e você nem pensa em riscar o chão do seu apartamento de giz, carvão ou qualquer coisa parecida…

Bom, fica aqui uma dica! Quando o chão não é desses que qualquer colinha de fita adesiva vai deixar marca fácil (não sou muito entendida de pisos :P), você pode utilizar fita crepe ou durex colorido pra fazer os números no chão! Ou até mesmo escrever os números em papel e colar os papéis no chão com fita transparente mesmo. :)

“Mas a pedrinha vai riscar meu chão”. Que pedrinha o quê, criatura! Dá pra jogar até com uma bolinha mais densa feita de jornal… Mas se achar que ela não fica boa pra jogar, sabe aquela meia velha que ninguém em casa usa mais? Então, se você faz uma bolinha de meia, certamente ela não vai causar nenhum estrago. :P Se quiser que ela fique mais pesadinha, põe um bocadinho de grão lá dentro (pode ser um punhadinho de arroz, feijão… ;).

Mas olha… Não deixa de se divertir com suas crianças por causa de um chão, tá. :)

Ah! Também dá pra utilizar a fita pro “jogo da velha” (curioso esse nome, né? rs! Alguém sabe o porquê dele?) e traçar o o quadradinho # no chão (hoje a gente chama de hashtag! hahaha). Aí, é só usar, por exemplo, por exemplo, objetos diferentes, ou de cores diferentes, pra irem marcando as “bolinhas” ou os “xis” do jogo (exemplo: um jogador marca com seus chinelos, e outro jogador marca com seus tênis. É uma forma divertida de jogar! ;).

– Materiais: fita crepe ou durex colorido; bolinhas de papel ou bolinha de meia com grãos dentro, no caso da “amarelinha”; quaisquer objetos de mesma categoria que possam servir para marcar pra cada um dos jogadores, no caso do “jogo da velha”.

– Idade: Essa diversão costuma entreter crianças na faixa de 4 a 10 anos de idade.

amarelinha de apartamento

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Mas o velho papel e caneta também rende boa diversão com o “jogo da velha” em casa! Falando nisso…

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5) PEGA PAPEL E CANETA! FORCA, JOGO DA VELHA, ADIVINHAÇÃO E ADEDANHA

 Acho que todos eles já são conhecidos. Quem nunca brincou de algum dos jogos acima?

A forca consiste em pensar em uma palavra, traçar os espaços correspondentes às letras dessas palavras e desenhar uma forca. A outra pessoa precisa adivinhar qual é a palavra, dizendo letras que ela acha que está contida naquela palavra. A cada tentativa falha, uma parte do corpo do bonequinho é desenhado na forca. Se o bonequinho for desenhado completamente antes da pessoa adivinhar a palavra, a pessoa perdeu o jogo (parece mórbido, risos, mas é divertido!). Geralmente, pra ficar mais fácil, pode-se escolher uma categoria para a palavra ou dar uma dica. Por exemplo: é um animal, ou é um objeto, etc. :)

jogo da forca

 Já o jogo da velha a gente já citou no item anterior na proposta de jogar no chão, como a amarelinha, fazendo uma alternativa ao lápis e papel. Também é jogado em dupla, e consiste em traçar esse quadradinho # no papel, e a partir daí, uma pessoa de cada vez vai preenchendo um espaço dessa “hashtag” com um símbolo escolhido por ele: bolinhas ou xis. Ganha quem conseguir traçar uma linha tripla (horizontal, vertical ou diagonal) contínua com seus símbolos iguais (ficou bem confuso, mas acho que todo mundo aqui sabe como funciona, rs).

Você pode usar a imaginação e a criatividade com as crianças, e confeccionar cartõezinhos próprios pra brincar desse joguinho. :)

jogo da velha

O jogo de adivinhação é o nosso velho conhecido “Imagem e ação”, mas a gente está aqui pra provar que você nem precisa ter o jogo de tabuleiro oficial pra se divertir da mesma forma! Com no mínimo quatro jogadores, divida em dois grupos. Vocês podem combinar de brincar de adivinhar, por exemplo, nomes de filmes, ou de livros! Então, uma equipe pensa em um livro ou filme e pede pra uma pessoa da outra equipe desenhar, enquanto a outra pessoa dessa outra equipe tenta adivinhar dentro de um determinado tempo. E assim por diante, rodada por rodada. Muita gente gosta de dispensar o papel e a caneta e brincar com mímica mesmo! Costuma render boas risadas! ;)

imagem e acao

O jogo de adedanha (eu chamava de “adedOnha”… pra falar a verdade, não sei qual é o correto, muito menos o que significa! risos), também chamado é chamado por muita gente de “Stop”. Geralmente se brinca com duas ou mais pessoas (mas o bom mesmo é brincar em pelo menos quatro!). Consiste em traçar no papel uma lista de coisas típicas em colunas (exemplo: nome de pessoas, lugares, animais, frutas, cores, comidas). Todos sentam-se em roda e dizem “a-de-do-nha” e apresentam uma quantidade de dedos da mão que quiserem, e então conta-se todos os dedos, mas em vez de números, deve-se contar letras. Por exemplo: 7 dedos juntos = letra G. Então, todos começam a escrever palavras que comecem com a letra G, uma para cada coluna, de acordo com cada categoria, e quem terminar primeiro grita “Stop!” (daí o outro nome da brincadeira, rs). No final, Todos contam seus pontos: espaços em branco contam zero ponto, palavras iguais às do colega contam 5 pontos e palavras que ninguém escreveu contam 10 pontos. Vale brincar quantas vezes quiser e com quantas colunas (categorias) quiser!

adedanha

– Materiais: Normalmente, apenas papéis e canetas (ou lápis).

– Idade: Estes são jogos indicados para crianças já alfabetizadas (normalmente, a partir de 7 anos). Até os adolescentes costumam se divertir muito aqui!

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6) PING PONG COM BALÕES

Esse aqui é mais do que simples! Sem muita bagunça, nem sujeita, nem barulho. Mas precisa de um relativo espaço para brincar, por exemplo, numa sala.

Na verdade, se pensarmos bem, trata-se mais de um frescobol do que um ping pong, exatamente, né. :)

– Materiais: Balão, pratos descartáveis, palitos de picolé e fita adesiva para grudar. Se não tiver palitos, pode prender os pratos descartáveis direto nas mãozinhas mesmo, com elástico ou fita.

– Idade: Costuma entreter crianças de cerca de 2 a 7 anos.

ping pong de balao

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7) HORA DA PESCARIA

Os pequetitos adoram! Quem tem banheira em casa, pode até usá-la para um momento de pescaria, hein? Mas não se preocupem, não é preciso ter uma banheira pra brincar aqui! Uma vasilha com água  já serve (pode ser uma bacia!). Pra fazer a vara de pescar, basta um fio de lã amarrado a um graveto (dica: palitinho de churrasco ou mesmo um lápis podem servir perfeitamente. Só tomem cuidado com as pontas).

Os peixinhos ficam ótimos feitos de material emborrachado como E.V.A., mas calma, se você está improvisando a brincadeira agora e não tem nada disso em casa, eles também podem ser feitos de papel, pois fica levinho e bóia fácil! Porém, para não serem rapidamente deformados pela água, você pode passar uma fita adesiva transparente (tipo aqueles durex maiores, sabe? Quem tiver contact é ideal, depois é só recortar). Coloque as crianças para produzir os peixinhos junto com você, elas podem colorir e desenhar! :) Para as iscas, use clipes: abra-os e faça de uma forma que seja fácil “pescar” um clipe no outro! (cuidado com as pontas dos clipes!)

– Materiais: Bacia ou outra vasilha, alguns clipes, fita adesiva grossa transparente, palitinho comprido de churrasco (ou qualquer coisa equivalente, pode ser até um lápis sem ponta), linha mais grossa ou lã,  tesoura sem ponta, papéis coloridos (mas melhor é que as crianças pintem elas mesmas os peixinhos com lápis de cor ou giz de cera), fita adesiva transparente para envolver os peixinhos (ou papel contact).

– Idade: Costuma entreter crianças mais pequenas mesmo, de cerca de 2 a 5 anos. (lembrem-se que sempre consideramos que os adultos estão brincando junto! ;)

pescaria

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8) PISTA DE CARRINHOS

Quem não tem cão, caça com gato; e quem não tem autorama, brinca com… criatividade! :) Isso mesmo.

A ideia aqui é fazer uma pista de carrinho em casa, com o que se tem! Na primeira foto, a pista usou o próprio sofá e o chão e traçou apenas os “caminhos” com uma fita crepe simples (mais fácil de desgrudar depois). Nesse caso, a brincadeira consiste em a própria criança usar sua imaginação e participar da brincadeira ativamente, sem simplesmente “olhar os carrinhos andando via controle remoto”. ;)

Já na segunda foto, foi usado um “macarrão” de piscina (aquele tudo de espuma) cortado ao meio, e do alto da escada, ele foi posicionado. Assim, as crianças “soltam” os carrinhos lá de cima e eles descem pela pista (podem colocar uma continuação da pista ou uma caixa para aparar os carrinhos. Usem a imaginação de novo!).

– Materiais: Carrinhos simples pequenos, fita crepe, caixas para fazer os obstáculos, 1 “tubo macarrão de piscina”. O adulto pode cortar o tubo de piscina ao meio com um estilete ou tesoura.

– Idade: normalmente a partir de 3 anos e se entretém até cerca de 8 anos, mas vai depender do interesse da criança também, já que essa é a única brincadeira que propusemos que usou um brinquedo pronto (os carrinhos) para completar a brincadeira. :)

fliperama caseiro

pista de carrinho

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9) ACERTE O ALVO

Quando eu vi essa foto no pinterest, eu já comecei a rir. Um rolo de papel higiênico no meio da brincadeira! E o pior é que usar outro tipo de objeto não daria o mesmo efeito. É justamente o papel higiênico que deixa a brincadeira engraçada. Fala a verdade.

Um cabo/cano segurado por duas pessoas (aparentemente um cano de pvc, mas me deu a impressão daqueles canos de box de cortina de banheiro também, sabe?) e pendurado nele, dois rolos de papel higiênico (se você está pensando no desperdício do rolo de papel, é melhor pular para a próxima brincadeira). Desenrole um pouquinho do rolo e prenda a ponta em uma lata de refrigerante vazia; faça isso com o outro rolo também (vide foto). A brincadeira consiste em tentar “quebrar” o rolo de papel com aquelas “liguinhas” elásticas, mirando e lançando-as à distância, tipo estilingue mesmo (cuidado com a mira, hein! não vale machucar o colega! :P).

Dica: Estabeleçam uma altura menor para tentar quebrar o rolo, assim, o risco de acertar o elástico no olho de alguém é minimizado, pois todos vão mirar em uma altura mais baixa. Entenderam? Outra coisa: Peçam adultos para segurarem os canos (e não as crianças), dessa forma, se o elástico por acaso escapar em alguém, pelo menos vai ser em um marmanjo… :)

Esse é o tipo de brincadeira que também precisa de um espaço interno relativamente grande. Além disso, no mínimo quatro pessoas é o ideal.

– Materiais: um cano de pvc, dois rolos de papel higiênico, duas latinhas de refrigerante vazias e muitos elásticos.

– Idade: devido ao “perigo” de se machucarem com os elásticos (isso nem com supervisão adulta é algo “controlável”), essa aqui eu realmente não recomendo pra crianças muito pequenas, tá. De verdade. Tirando isso, a criançada maiorzinha e até os adolescentes e adultos costumam se divertir! Ainda assim, todo mundo corre o risco de levar uma borrachada ou outra. :P

brincadeira de apartamento

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10) MISSÃO IMPOSSÍVEL NO CORREDOR

Poxa, eu queria ter brincado disso. :)

Taí. Espaço pequeno, dia chuvoso, falta de energia, crianças agitadas… como lidar? rs.

Bom, imagino que um corredor em casa todo mundo tem. :) Fica a dica: Um rolo de fita adesiva. Passe de uma parede a outra, em linha reta e em X, no alto e no baixo, gerando tipo um “labirinto missão impossível”.

Na foto, a brincadeira aparentemente foi feita com papel crepom colado com fita adesiva. Também fica bacana porque ninguém vai grudar quando passar. rs. :) Mas acho que é mais fácil alguém ter uma fita adesiva em casa do  que um papel crepom, então, na hora do improviso, vale o que tem, não é? ;)

– Material: Papel crepom colorido e fita adesiva para grudar; ou simplesmente fita adesiva para passar de uma parede a outra.

– Idade: Costuma entreter crianças entre 3 e 8 anos de idade, embora às vezes os menores se beneficiem na brincadeira por conseguirem passar melhor entre as fitas devido ao seu tamanho.

brincadeira missao impossivel

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11) TORRE DE ALMOFADAS (COM DIREITO A GUERRINHA DE ALMOFADAS! ;)

Lembrei de colocar essa ideia aqui porque esses dias mesmo o nosso querido Luca <3 estava se divertindo pra valer com essa brincadeira, então tiramos fotos pra contar pra vocês! :)

Quem teve a ideia foi o titio-vô Bené, que está na foto, se divertindo com o Luca. A situação era quase a descrita aqui no post: não era um dia de chuva, mas era um espaço interno sem muitas opções pra brincar. Uma casa de adultos! rs. E ele já estava inquieto. Então… Simplesmente o titio retirou todas as almofadas do sofá. E pronto. Luca se distraiu o resto da noite. Criatividade é tudo nessa vida! :) (A mamãe aprovou, não é Lili? ;)

– Materiais: Almofadas. Almofadas. Muitas almofadas. :)

– Idade: Essa é boa para entreter os mais pequenos. O Luca, por exemplo, tem quase 1 ano e 11 meses. Mas jogue umas almofadas no chão e veja se toda criança não gosta de uma boa “bagunça”. ;) (chamem eles pra ajudarem a arrumar tudo depois, e tá tudo resolvido! ;).

A despeito de idade, acho que a brincadeira só não seria indicada caso a criança seja alérgica mesmo, ok? ;p

LUCA1 LUCA2 LUCA3

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Créditos das imagens: Todas as imagens foram retiradas do Pinterest (exceto as três últimas, que é de arquivo pessoal :).

** Observação referente ao primeiro parágrafo: Não que sejamos contra as tecnologias (depois falaremos disso por aqui)… pelo contrário! Acreditamos que cada tecnologia integra sua época, e as crianças e adolescentes têm inclusive direito a terem acesso ao conhecimento digital de forma bem orientada e esclarecida, respeitando os limites concernentes às suas idades. Ainda que muitos jogos informatizados e o acesso à tecnologia adequada possa promover desenvolvimento de muitas habilidades cognitivas, acreditamos também que as brincadeiras “tradicionais” ainda proporcionam várias habilidades que a maioria dessas tecnologias não alcançam, como sociabilidade, coordenação motora, criatividade, dentre outras.

 

Respeite minha dor! Falando de morte com a criança

“Salgueiro chorão com lágrimas escorrendo,
Por que você chora e fica gemendo?
Será porque ele lhe deixou um dia?
Será porque ficar aqui não mais podia?
Em seus galhos ele se balançava,
E ainda espera a alegria que aquele balançar lhe dava,
Em sua sombra abrigo ele encontrou,
Imagina que seu sorriso jamais se acabou.
Salgueiro chorão, pare de chorar,
Há algo que poderá lhe consolar, 
Acha que a morte para sempre os separou?
Mas em seu coração pra sempre ficou….”

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No filme “Meu primeiro amor”, a personagem mirim Vada recita na sua aula de literatura o poema “Salgueiro Chorão” após ter de enfrentar a morte do seu melhor amigo, Thomas.

Parece clichê repetir que a morte é parte da vida, mas uma notícia de morte inevitavelmente nos toca, porque “somos parte integrante da humanidade”, como escreveu o poeta inglês John Donne. Portanto, quando se trata de uma pessoa querida, amada, não é mesmo fácil para nenhum de nós. Enfrentar o luto é um processo difícil em todas as idades de um ser humano, mas pode ser ainda mais difícil para uma criança, que sente e compreende subjetivamente a duração do tempo de uma forma diferente da do adulto.

Abordar a morte com a criança ainda deixa muita gente desconcertada, sem saber como fazê-lo. Muitos recorrem a eufemismos como “dormiu para sempre”, “virou estrelinha”, “viajou pra sempre”, não explicando na realidade o que aconteceu. Isso às vezes mais confunde do que ajuda – principalmente para as crianças mais novas, antes dos 6 anos, por já possuírem uma dificuldade em compreender a questão da irreversibilidade da morte. Desta forma, essas abordagens podem dar a algumas crianças a impressão de que o ente querido “desapareceu”, “evaporou”, “foi embora e não voltou”, gerando fantasias em sua mente, como de resgatá-lo ou ir ao seu encontro. No futuro, pode até dificultá-las a lidar com o luto de uma maneira equilibrada, pois em momentos oportunos não lhe foi apresentada a morte de uma forma esclarecedora.

Ao enfrentar o luto, uma criança pequena, que decerto ainda não sabe direito nomear seus sentimentos, pode reprimir suas emoções ou até mesmo expressá-las através de outros comportamentos ou sintomas (mecanismos de defesa), como a agressividade, a hostilidade, a negação, o isolamento social e às vezes até o sentimento de culpa. A fim de que essa perda vá sendo bem elaborada na estrutura psíquica das crianças é que se torna importante falar e ouvir falar da morte abertamente com elas, assim como mostrar que seu sofrimento é digno de respeito.

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O leãozinho Simba se viu desamparado e culpado após a morte do seu pai, Mustafa, no filme infantil “O Rei Leão”.

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A personagem Vada primeiramente teve uma reação de negação ao saber da morte do seu amigo Thomas, no filme “Meu Primeiro Amor”.

No meu último trabalho com atendimento em saúde mental infantil, num serviço público, eu cheguei em um momento bastante difícil. O psicólogo infantil que trabalhava lá anteriormente havia acabado de falecer em um acidente. Havíamos mais de cem pacientes, crianças e adolescentes, e claro que foi um triste momento de luto a ser vivido, já que a grande maioria possuía um vínculo longo e forte com o profissional. Após darmos a notícia aos pais (que também receberam com muito pesar e tristeza), recomendamos a todos eles que já preparassem e falassem a verdade com as crianças em casa, sem mentiras nem omissões, sobre a morte do então psicólogo delas. E foi preciso realmente muito cuidado e respeito para abordá-los sobre isso, principalmente por se tratar de crianças e jovens que já estavam no curso de um tratamento de um sofrimento psíquico – muitas inclusive que já vinham enfrentando outros processos de luto. 

É importante acolher todas as emoções e sentimentos da criança, e fazê-la perceber que é natural que sinta dor, tristeza, saudade, às vezes até mesmo raiva, naquele momento. Muitas crianças não conseguem falar sobre o que se passa com elas – mas não falar não significa que não estão sentindo. Muitas delas não conseguem nem mesmo chorar por um tempo. Fundamental ouvir o que as crianças têm a dizer, até mesmo encorajá-las a fazerem-no – ou dizer a elas que podem tentar se expressar através de desenhos. Deixem-nas brincar também, pois através da simbolização alçada na fantasia, algumas ansiedades podem ser aliviadas. Também não esconda da criança os seus próprios sentimentos e a sua própria dor. Isso tudo pode ir ajudando na elaboração do luto infantil.

A criança, como qualquer um de nós, pode enfrentar no curso de sua infância mortes trágicas ou mortes “esperadas”, como de uma pessoa em doença terminal; pode ser a morte de um bichinho de estimação, de um parente ou familiar, de um amigo ou amiga, do vovô ou da vovó, de um professor ou professora, e na pior das hipóteses, de um dos seus genitores ou principal cuidador/tutor – a figura em quem, geralmente, naquele momento, está se baseando como modelo para construir sua identidade e constituir sua personalidade. Em todos os casos, a criança precisa sentir que não ficou sozinha nesse momento de perda e ser apoiada desde o início, de preferência por alguém de confiança e de seu vínculo, e que possa lhe devotar afeto, carinho e cuidado durante o tempo necessário. É bom também que a pessoa que lhe dará a difícil notícia da morte seja essa mesma pessoa que estará a lhe acompanhar no processo do luto.

Muitos especialistas defendem a ideia de que seja facultado à criança (principalmente acima dos três anos) a escolha de participar dos ritos culturais de despedida (como funerais e enterros). Para eles, é bom explicar à criança do que se trata aquele momento e perguntar se ela deseja participar, mas nunca impor-lhe a vontade (nem de ir ou de não ir). Assim como elas participariam de outros ritos marcadores do tempo na cultura, como casamentos e aniversários, a participação nos rituais fúnebres seria também uma forma de ter-lhes preservado e respeitado o seu direito de se “despedir” simbolicamente da pessoa que amam, e assim fazendo da morte um evento menos traumático. Obviamente que, como tudo tem sua exceção, funerais derivados de grandes tragédias talvez não sejam realmente adequados para que crianças muito pequenas presenciem, dado que, em muitas vezes, muitos dos próprios adultos em luto costumam mostrar grande desespero e revolta nessas situações. Desta forma, no final o que conta é que o responsável pela criança esteja sensível a perceber a nuance da situação.

Para irem aprendendo a lidar com o tema do ciclo da vida, as crianças já podem ir sendo educadas através de atividades lúdicas – como explicar a elas sobre a vida das plantinhas e dos animais, fazendo com que elas se envolvam através de um momento de acompanhamento e convivência (a ideia de plantar e cuidar do feijãozinho no algodão, por exemplo). A arte também é sempre uma bela maneira de se tratar temas existenciais como a morte com as crianças, pois a arte ativa a sensibilidade, desperta para os sentidos e transcende o real. Livros, obras, filmes, músicas, teatros, contação de histórias: todos são interlocutores que podem ajudar a abordar o tema de morte até mesmo com bom humor. 

Dicas de alguns livros infantis sobre o tema:

“Começo, meio e fim” (Frei Betto)

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“Menina Nina” (Ziraldo)

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“A montanha encantada dos Gansos Selvagens” (Rubem Alves)

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“Quando os dinossauros morrem” (M. Brown)

dinossauros morrem

“O círculo do destino” (Raja Mohanty e Sirish Rao)

circulo do destino

“A história de uma folha” (Léo Buscaglia)

historia de uma folha

“O pato, a morte e a tulipa” (Wolf Elrbruch)

pato morte tulipa

 

Vó Nana (Margaret Wild)

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A Poltrona Vazia (Sandra Saruê e Marcelo Boffa)

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Tempos de Vida (Bryan Mellonie e Robert Ingpen)

tempos de vida

A Velhinha Que Dava Nome às Coisas (Cynthia Rylant)

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A mulher que matou os peixes (Clarice Lispector)

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O guarda-chuva do vovô (Carolina Moreyra)

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Referência de leitura extra pra vocês: Luto na infância e as suas conseqüências no desenvolvimento psicológico. Louzette, F.L. e Gatti, A. L.  2007. 

Momento desabafo: Enquanto eu procurava as imagens pra ilustrar o post, acabei assistindo novamente um pedacinho do filme “Meu Primeiro Amor” (o momento do funeral). Pensem se não morri de chorar aqui novamente, pela enésima vez? rs

A ousadia de ser gente boa

imagem retirada do google imagens

A Família – Tarsila do Amaral

Olá amig@s!

Amig@s, é chamando-@s assim que quero me relacionar com vocês. Sei bem que uma amizade não começa do nada e de modo tão rápido, mas sei também que, uma afinidade, apenas “uminha”, já seria suficiente para agregar pessoas e fazê-las amig@s.

Se nos encontramos nesta página é porque temos algo em comum, algo que nos liga, nos enlaça, nos conecta. Algo que me autoriza a dizer, amig@s!

Este vinculo realizado a partir do interesse comum pode ser forte e duradouro e, tomara, que seja. Que a vida nos seja favorável em nos fazer unidos nessa aventura de ser gente.

Qual seria o vínculo que nos une nesta página? Alguém se arrisca a dizer?

Pois bem, podem ser vários. Temos muitos motivos para nos encontrarmos aqui. Temos interesses diversos. Contudo, quero dizer de um motivo que, ao meu ver, deve ser o primeiro interesse que nos une neste Blog.

Antes mesmo de querer falar sobre educação, sobre família, sobre sociedade, sobre escola, sobre crianças, sobre babys, sobre balas e doces. Há um motivo que precede todos esses temas e, ao mesmo tempo, está presente em todos esses temas.

Antes de qualquer coisa, estamos enlaçados na experiência da vida humana. Temos uma experiência comum, somos seres humanos. Esta é a nossa alegria e, também, o nosso desafio que perdurará enquanto vivermos.

Nossa alegria, porque somos feitos de inúmeras possibilidades, vários sentimentos e desejos nos invade, somos criativos, temos uma linguagem bem desenvolvida e uma capacidade de intervenção enorme em nosso planeta.

Nosso desafio se dá justamente por sermos complexos, às vezes, nos perdemos, criamos confusões, não sabemos bem como nos orientar, ou seja, não estamos prontos e acabados. Por sermos ‘humanos’ temos a possibilidade de nos fazer de várias maneiras. Nossa vida demanda de nós o processo educativo justamente por isso, não estamos prontos. E, talvez, jamais estaremos terminados. A educação é um trabalho para enquanto vivermos.

O motivo primeiro que me leva até vocês é acreditar piamente que todos nós desejamos ser gente. E não qualquer tipo de gente. Acredito que queremos ser gente boa. Não é mesmo? O fato é que, ser gente nem sempre é fácil. Pode ser simples mas fácil não é.

É neste sentido que darei minha contribuição neste espaço. Quero provocar debates, abordar temas, sugerir assuntos que nos ajudem a sermos melhores em nossa formação primeira de ser humano.

É porque queremos ser uma pessoa melhor que estamos aqui, buscando entender, aprender, compartilhar tudo aquilo que pode nos ajudar na construção de nós mesmos.

Afinal, não existe nenhum papai, nenhuma mamãe, nenhuma família que seja boa se renunciar à sua capacidade de ser cada dia melhor. E quem é gente boa certamente é um pai, uma mãe, uma família admirável. Um ser humano bom ecoa em todos os lugares a sua bondade.

É um pouco sobre este vínculo inicial, nossa humanidade, que vamos conversar no Blog.

Mas de qual lugar eu falo com vocês?

Primeiramente, como um amigo que conversa com outros amig@s. Nesta conversa trazemos tudo aquilo que somos, vivemos, aprendemos, acreditamos, sentimos. Muito desse universo de ‘coisas malucas’ que me forma vocês terão oportunidade de conhecer ao longo dos meus posts.

É neste laço existencial e que nos une aqui que sinto-me autorizado a nos considerarmos amig@s. E é neste afeto – sim, a amizade é um afeto – que quero conversar com vocês. Neste afeto, nos colocamos em uma horizontalidade, princípio básico para toda e qualquer educação, ou seja, não se trata de um educador, professor, cientista dizendo para alguns destinatários o que deve ser feito ou não sobre a vida de quem quer que seja mas, de alguém (no caso eu) que quer viver melhor. Assim, acredito ter algo a  partilhar, ou compartilhar, com outras pessoas.

Vamos juntos, aventuramos na ousadia e teimosia em buscar uma existência autêntica que nos assegure sermos gente boa.

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o uso do @ nas palavras é para tentar escrever de modo mais inclusivo possível e significa tanto o ‘o’ do masculino quanto o ‘a’ do feminino. Assim, sinto que escrevo para tod@s! :)

Por que estou aqui

Olá!

Desde que descobri que estava grávida, pela minha rotina de trabalho muito intensa e horários loucos, a internet foi a grande aliada e fonte de informações! Conheci muitas mães e profissionais incríveis! Li depoimentos e artigos que, aos poucos, me deixaram cada vez mais segura, tranquila e preparada para o que estava por vir!

E desde então tenho trocado muita experiência com as mamães, gravidinhas, tentantes e aspirantes, principalmente pelo Instagram (@glammae! ;).  Me divirto, aprendo e me emociono com as histórias de outras mães! Então resolvi compartilhar as minhas experiências também!

Escrever, pra mim, é uma terapia! Já faço isso há um tempo, mais como uma “note to self”! Mas, se ao compartilhar, algo for útil a alguém, melhor ainda! Assim a gente reduz um pouquinho o famoso “se eu soubesse disso, teria feito diferente…”! rs

Nesse caminho, encontrei a Let e o Rafa, com valores que vão ao encontro dos meus, trabalhando de forma admirável para construir um mundo melhor, através do amor, do cuidado, do envolvimento… E assim pensamos em construir esse espaço!

Durante toda minha gestação, tive acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que fez toda a diferença para o nascimento do meu bebê ser um sucesso! Por isso pensamos em trazer, além das nossas próprias especialidades, um time de colaboradores top, profissionais de várias áreas, que vão deixar nossos bate-papos ainda mais ricos!

Mas mais importante é a sua participação! Espero trocarmos ainda mais “figurinhas” por aqui! E fique à vontade para sugerir temas, pedir dicas e o que mais achar interessante!

Com amor,

Lily

li

Bem-Vindos ao Educando com Amor!

Close-up of a girl showing her hands painted with colors

Olá, pessoal!

Sejam bem-vindos ao blog do Projeto Educando com Amor!

Este espaço nasceu de um desejo avivado em 2011, ao percebemos na internet muitos blogs voltados ao universo infantil que não se propunham a refletir uma filosofia educativa. Mas foi somente em 2013 que o blog começou a ser gerido de fato, com a filosofia do amor e do cuidado, e da educação como envolvimento, autonomia, diversidade, diálogo, liberdade e limites. Após um período de hibernação, o projeto veio enfim a se concretizar neste ano de 2015!

Somos Lílian, Myriam e Rafael. Clique aqui para conhecer um pouco mais sobre a gente!

Nosso blog é voltado a papais, mamães e educadores de crianças e adolescentes, e pretende trazer diferenciais: além do olhar sobre um maternar realista, moderno, sustentável e principalmente amoroso, com o compartilhamento de experiências rotineiras, escolhas, inspirações e dicas, também contará com os olhares da psicologia infanto-juvenil e as reflexões sobre o processo educacional – e como todas estas provocações podem contribuir na prática para o desafiador processo de Educar.

Este novo blog conta ainda com um time de colaboradores em diversas áreas. Clicando aqui vocês poderão conhecer um pouco mais sobre eles. Logo vocês também poderão ler alguns textos preparados por essa equipe incrível.

marca

Perceberam que nosso logo não é à toa, né?

coruja é o símbolo da sabedoria, aquela sabedoria própria, única e peculiar da qual as crianças são dotadas, assim como aquele ideal de sabedoria que é buscado pelos pais para a educação dos seus filhos. Também nos remete ao afeto e carinho dos cuidados de quem ama, como quando se diz “mãe coruja”, “pai coruja”, “tia coruja”…

Já os balões simbolizam o diálogo que deve ser mantido em um bom relacionamento familiar ou em qualquer processo educacional, assim como o diálogo horizontal que traçaremos em nosso blog.

Implicitamente, dois passarinhos são vistos juntinhos, simbolizando o amor que é base fundamental de todo o desenvolvimento infantil e de todo relacionamento humano.

Então é isso. Sejam bem-vindos ao “Educando com Amor“! Aqui falaremos de Educação numa perspectiva ampla: diversão, filosofia, psicologia, festa, preparativos, saúde, vestimenta… afinal, educação não é apenas um processo formal, ela atinge dos âmbitos mais básicos aos mais complexos da dimensão humana. Brincar também é educar, festejar também é educar, se divertir também é educar, se alimentar, se vestir, comemorar…  Porque EDUCAR É SE ENVOLVER!